BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros foi criada em 2008 com a integração entre Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).
Juntas, as companhias formam uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado, a segunda das Américas e a líder no continente latino-americano.
No cenário global, em que acompanhar a velocidade das transformações torna-se um diferencial competitivo, a BM&FBOVESPA apresenta atraentes opções de investimento com custos de operação alinhados ao mercado.
A nova bolsa oferece para negociação ações, títulos e contratos referenciados em ativos financeiros, índices, taxas, mercadorias e moedas nas modalidades à vista e de liquidação futura.
CVM - A CVM tem poderes para disciplinar, normatizar e fiscalizar a atuação dos diversos integrantes do mercado. De acordo com a lei que a criou, a Comissão de Valores Mobiliários exercerá suas funções, a fim de:
Banco Central do Brasil: É o principal executor das orientações do Conselho Monetário Nacional e responsável por garantir o poder de compra da moeda nacional, tendo por objetivos: zelar pela adequada liquidez da economia; manter as reservas internacionais em nível adequado; estimular a formação de poupança; zelar pela estabilidade e promover o permanente aperfeiçoamento do sistema financeiro. Dentre suas atribuições estão: emitir papel-moeda e moeda metálica; executar os serviços do meio circulante; receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias; realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras; regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis; efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais; exercer o controle de crédito; exercer a fiscalização das instituições financeiras; autorizar o funcionamento das instituições financeiras; estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras; vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais e controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país.
BM&FBOVESPA: A BM&FBOVESPA é uma companhia de capital brasileiro formada, em 2008, a partir da integração das operações da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias & Futuros. Como principal instituição brasileira de intermediação para operações do mercado de capitais, a companhia desenvolve, implanta e provê sistemas para a negociação de ações, derivativos de ações, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, derivativos financeiros, moedas à vista e commodities agropecuárias. Possui seu próprio órgão regulatório, a BSM.
A Bolsa tem poderes e poderá solicitar à CBLC a suspensão da liquidação ou cancelar negócios realizados, após o seu registro e antes da liquidação da operação, quando, a seu critério, houver infração às normas estabelecidas no Regulamento e Normas Bovespa, em normas da CVM, no Manual de Procedimentos Operacionais ou nas demais normas expedidas pela Bolsa.
Clearing - Uma das condições necessárias ao perfeito funcionamento dos mercados financeiros e de capitais é a certeza de seus participantes de que seus ganhos serão recebidos e suas operações de compra e venda serão liquidados nas condições e nos prazos estabelecidos.Isso é proporcionado pelas câmaras de registro, compensação e liquidação, ou clearings. O sistema de clearings da BM&FBOVESPA está instalado de maneira a conferir credibilidade e estabilidade aos diversos em que atua. É também uma importante ferramenta para manter os mercados sob controle em momentos de crise, como os verificados em 2008 e 2009.
BSM: Criada em 2007, a BM&FBOVESPA Supervisão de Mercados (BSM) atua na fiscalização do mercado de valores mobiliários, cuja integridade busca fortalecer. Em suma, as responsabilidades da BSM são:
BBM – Bolsa Brasileira de Mercadorias: foi concebida para ser a bolsa do agronegócio brasileiro, por ser um elo importante entre a agricultura, o comércio, a indústria, o sistema financeiro e o governo. Para desempenhar o seu papel, a Bolsa se vale de diversos sistemas eletrônicos, destacando-se dentre eles os sistemas destinados aos leilões eletrônicos, que ganham a cada dia importância crescente no escoamento e comercialização da produção agropecuária brasileira. Além do mercado agropecuário, a Bolsa Brasileira de Mercadorias oferece sistemas destinados à realização de licitações públicas e compras privadas, assim como à realização de leilões promovidos pelos setores público e privado.
Índice que acompanha a evolução média das cotações das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo.
É o valor atual, em moeda corrente, de uma carteira teórica de ações, constituída em 1968 a partir de uma aplicação hipotética.
A carteira teórica é integrada pelas ações que, em conjunto, representaram 80% do volume transacionado a vista nos 12 meses anteriores à formação da carteira.
A carteira teórica é composta pelas ações que atenderam cumulativamente:
Para que sua representatividade se mantenha ao longo do tempo, é feita uma reavaliação quadrimestral, alterando-se composição e peso da carteira.
A BM&FBOVESPA calcula e divulga ainda outros Índices:

Forma tradicional de classificar os principais tipos de comportamento e expectativas do investidor.
Com diferentes gradações os investidores se classificam assim:
A corretora é sua parceira em seus investimentos. Ela faz a intermediação de valores mobiliários em pregão eletrônico, para seus clientes , nos sistemas mantidos pela bolsa de valores.
Viabiliza a aproximação entre compradores e vendedores de títulos e valores mobiliários, proporcionando-lhes negociabilidade adequada, dando segurança ao sistema e liquidez aos títulos transacionados. Além disso:
Além disso, ao se tornar cliente de uma corretora, você tem a segurança de investir seu dinheiro com uma instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Ação, também chamada de papel, é um título que representa um pedaço de uma empresa, que você pode comprar ou vender na Bolsa de Valores através das corretoras.
Uma pessoa que compra uma ação está adquirindo uma cota de uma empresa, tornando-se um acionista, ou seja, um sócio.
Os preços das ações oscilam diariamente de acordo com o mercado e tendem a acompanhar o ritmo da economia. As ações são conversíveis em dinheiro, a qualquer tempo, pela negociação em bolsas de valores ou no mercado de balcão.
As ações podem ser:
As ações preferenciais podem ainda ser diferenciadas por classes: A, B, C ou alguma outra letra que apareça após o "PN". As características de cada classe são estabelecidas pela empresa emissora da ação, em seu estatuto social. Essas diferenças variam de empresa para empresa, portanto, não é possível fazer uma definição geral das classes de ações.
Código das ações é constituído por quatro letras, seguidas de um número que representa o tipo da ação, conforme relação a seguir:
A partir do número 11, o critério pode variar de acordo com o tipo de ativo emitido por cada empresa. Neste caso, é necessário acompanhar as alterações caso a caso.
Exemplo:
PETR4
Empresa: Petrobras Ação preferencial (PN).
Mercado Fracionário
Quando as ações são negociadas com a quantidade inferior ao lote padrão são chamadas fracionárias. Essas ações apresentam a letra "F".
Exemplo:
VALE5F
Empresa: Vale – Ação Preferencial Classe A Fracionaria.
Mercado a termo
As ações negociadas no Mercado a Termo apresentam também a letra "T" no fim do código.
Exemplo:
USIM5T
Empresa: Usiminas - Ação Preferencial classe A (PNA) Mercado a Termo
Mercado de opções
As ações do Mercado de Opções têm seus códigos apresentados das seguintes formas:
Código da ação constituído de quatro letras, seguidas de uma letra que significa o mês de vencimento da opção e se é uma opção de compra ou de venda, mais o número da série.
Assim, se o código tiver 5 letras iniciais, e a 5ª letra for de "A" a "L", trata-se de uma opção de compra; se for de "M" a "X", opção de venda. O mês de vencimento da opção corresponde à posição da letra.
A a L - Opção de compra, sendo: A = mês de vencimento: janeiro; B - mês de vencimento: fevereiro; etc.
M a X - Opção de venda, sendo: M = mês de vencimento: janeiro; N - mês de vencimento: fevereiro; etc.
Exemplos:
PETRA4
Empresa: Petrobras A= opção de compra com vencimento em janeiro 4= nº da série
PETRN6
Empresa: Petrobras N= opção de venda com vencimento em fevereiro 6= nº da série
O primeiro passo para começar a investir é procurar uma corretora. A Futura Corretora possue o homebroker, ferramenta que permite que você compre e venda ações diretamente pelo sistema, de forma rápida, transparente e segura.
O homebroker é utilizado via internet, portanto você pode acompanhar o mercado e negociar suas ações de casa, no escritório e até durante uma viagem ao exterior.
Há diversas formas de investir em ações:
Individualmente: você escolhe as ações que deseja investir e as negocia pelo homebroker de sua corretora ou banco. Se precisar de apoio na hora de escolher as ações, você pode contar com sua corretora, pois nela trabalham profissionais especializados em análise de empresas e do mercado. Além disso, várias delas emitem relatórios mensais que podem te auxiliar na tomada de decisão.
Clubes de Investimento:no clube de investimentos você também investe diretamente em ações, mas compartilha a participação nas empresas com amigos, colegas de trabalho ou profissionais de sua categoria. Todos os participantes podem opinar na hora de escolher em que ações o dinheiro do clube será investido e, como o capital do clube é bem maior do que o dinheiro que cada um teria para investir sozinho, vocês podem diversificar os investimentos, ou seja, ao invés de comprar ações de duas ou três empresas, podem investir em várias delas, inclusive de diferentes setores da economia.
ETFs: os ETFs são fundos de ações compostos por empresas que integram determinados índices da Bolsa. Ao adquirir um ETF você está comprando uma série de ações de diferentes companhias, diminuindo, dessa forma, a probabilidade e o risco de perda quando optamos por negociar uma ação em especial. Além disso, o custo da operação é menor, já que você não precisa comprar as ações pertencentes ao Ibovespa separadamente, por exemplo, e compra diretamente as cotas do fundo equivalente.
Importante: antes de investir faça algumas considerações. Quanto mais tempo você mantiver suas ações, menor será o risco, pois as eventuais desvalorizações das ações que você comprou podem ser revertidas. Além disso, é aconselhável que você não dependa desse dinheiro que investiu em ações para gastos emergenciais, para não ter que arcar com prejuízos sem necessidade. Por fim, lembre-se que todo o bem que adquirimos deve ser cuidado e, por isso, você deve sempre acompanhar a evolução de suas ações no mercado.
Trata-se de uma aplicação financeira criada por um grupo de pessoas que desejam investir seu dinheiro em ações. Ele pode ser criado por empregados ou contratados de uma mesma entidade ou empresa ou, ainda, por um grupo de pessoas que têm objetivos em comum, como professores, metalúrgicos, donas-de-casa, médicos, aposentados, entre outros. Para criar o Clube de Investimento, você vai precisar de um administrador - que pode ser uma corretora BM&FBOVESPA.
Todos os participantes podem opinar na hora de escolher em que ações o dinheiro do clube será investido e, como o capital do clube é bem maior do que o dinheiro que cada um teria para investir sozinho, vocês podem diversificar os investimentos, ou seja, ao invés de comprar ações de duas ou três empresas, podem investir em várias delas, inclusive de diferentes setores da economia.
Os fundos de índices, conhecidos no mundo todo como ETFs (Exchange Traded Funds), são fundos espelhados em índices e suas cotas são negociadas em Bolsa da mesma forma que as ações. É um tipo de investimento inovador no Brasil, mas que vem registrando um crescimento constante no volume de ativos.
Ao adquirir cotas de um determinado Fundo, o investidor passa a deter todas as ações componentes do índice a ele relacionado, sem ter de comprar separadamente os papéis de cada empresa. Desta forma, os Fundos de Índices podem proporcionar maior praticidade, rapidez e eficiência no momento de investir, além de facilidade para acompanhar seu desempenho, que está associado ao do respectivo índice.
Mas lembre-se! Investir em ações faz parte da categoria de renda variável de investimentos. E como todo investimento de renda variável, está relacionado a fatores externos, que trazem alguns riscos para o seu negócio. Ou seja, a rentabilidade do seu investimento não pode ser garantida.
Entenda melhor como eles funcionam e como podem funcionar para você, a seguir.
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Não existe valor mínimo exigido para investir em ações, já que cada uma tem seu preço no mercado. Quem determina o valor das ações são os investidores, que estabelecem o quanto desejam pagar ou receber por elas (é a lei da oferta e da procura).
A divulgação de um balanço, uma fusão e, até mesmo, uma mudança tecnológica, podem afetar favoravelmente ou desfavoravelmente a empresa, afetando, assim, o valor de suas ações no mercado. É recomendável que você dedique ao mercado de ações aquela parcela de recursos sobre a qual tenha uma perspectiva de retorno de médio e longo prazos, ou seja, o dinheiro que sobra para uma poupança de 5 ou 10 anos.
As ações são investimentos de renda variável, ou seja, não há uma rentabilidade média pré determinada. Para avaliar se a rentabilidade de seu investimento em ações está na média do mercado, compare seu rendimento com aplicações tradicionais como poupança, fundos de renda fixa e com o Ibovespa, que é o termômetro do mercado de ações. Ao investir seu dinheiro no mercado de ações, vale sempre a pena lembrar que ação é um investimento de risco e para formação de patrimônio de longo prazo. A curto prazo, assim como pode valorizar, também pode desvalorizar. Historicamente, porém, ações tem se mostrado um bom investimento.
É variável. Parte dela, composta de dividendos ou participação nos resultados e benefícios concedidos pela empresa (bonificação e subscrição), advém da posse da ação; outra parte advém do eventual ganho de capital na venda da ação.
O retorno do investimento dependerá de uma série de fatores, tais como desempenho da empresa, comportamento da economia brasileira e internacional, etc.
É a compra ou venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço estabelecido em pregão. Assim, quando há a realização de um negócio, ao comprador, cabe arcar com o valor financeiro envolvido na operação, sendo que o vendedor deve fazer a entrega dos títulos-objetivo da transação, nos prazos estabelecidos pela Bolsa de Valores de São Paulo - BM&FBOVESPA e pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custodia - CBLC.
Os preços são formados em pregão, pela dinâmica das forças de oferta e demanda de cada papel, o que torna a cotação praticada um indicador confiável do valor que o mercado atribui às diferentes ações.
A maior ou menor oferta e procura por determinado papel está diretamente relacionada ao comportamento histórico dos preços e, sobretudo, às perspectivas futuras da empresa emissora, aí se incluindo sua política de dividendos, prognósticos de expansão de seu mercado e dos seus lucros, influência da política econômica sobre as atividades da empresa, etc.
O Mercado Primário: compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM.
Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
A participação nos resultados de uma sociedade é feita sob a forma de distribuição de dividendos em dinheiro, em percentual a ser definido na Assembléia Geral Ordinária de Acionistas, de acordo com os resultados obtidos pela empresa em determinado período.
Advém do aumento de capital de uma sociedade, mediante a incorporação de reservas e lucros, quando são distribuídas gratuitamente novas ações a seus acionistas, em número proporcional às já possuídas.
É o direito de aquisição de novo lote de ações pelos acionistas - com preferência na subscrição - em quantidade proporcional às possuídas, em contrapartida à estratégia de aumento de capital da empresa.
Como não é obrigatório o exercício de preferência na subscrição de novas ações, o acionista poderá vender a terceiros, em bolsa, os direitos que detém.
Conjugação de operações de compra e de venda realizadas em um mesmo dia, dos mesmos ativos, commodities ou títulos, para um mesmo comitente, por uma mesma sociedade corretora, cuja liquidação é exclusivamente financeira.
A liquidação obedece aos procedimentos das liquidações no mercado à vista, isto é, realiza-se em D + 3.
Exemplo 1: O investidor compra 1.000 ações da empresa ABC por R$ 1,80 no início do pregão. No mesmo dia de negociação, ele vende essas 1.000 ações por R$ 2,00. Sem computar taxas e emolumentos, seu lucro foi de R$ 0,20 por ação. A liquidação se faz por diferença, ou seja, o investidor apenas recebe os lucros de R$ 0,20 por ação obtidos na transação.
Exemplo 2: O investidor vende 1.000 ações da empresa ABC por R$ 1,80 no início do pregão. No mesmo dia de negociação, ele recompra essas 1.000 ações por R$ 1,90. Sem computar taxas e emolumentos, seu prejuízo foi de R$ 0,10 por ação. A liquidação se faz por diferença, ou seja, o investidor apenas paga R$ 0,10 por ação perdidos na transação.
O After Market permite a negociação de ações no período noturno, após o horário regular, de forma eletrônica. As operações são dirigidas por ordens e fechadas automaticamente por meio do sistema eletrônico de negociação da BM&FBOVESPA (Mega Bolsa). Os preços das ordens enviadas nesse período não poderão exceder à variação máxima positiva ou negativa de 2% em relação ao preço de fechamento do pregão diurno.
Toda empresa tem suas ações negociadas em lotes, que podem ser de uma, dez, 100 ações, etc.
Se, por exemplo, você não desejar comprar um lote-padrão de 100 ações, mas sim 150 ações, é necessário usar o mercado fracionário. Neste caso, o lote-padrão, ou seja, as 100 ações, serão negociadas no mercado integral e as 50 restantes, no fracionário.
Os preços negociados no mercado à vista (lote padrão) e no mercado fracionário não necessariamente precisam ser iguais. Dependendo do papel, a liquidez das negociações pode ser maior em um ou outro, ou seja, a procura ou oferta pela ação pode estar maior no fracionário do que no à vista e vice-versa.
Não há prazo mínimo nem máximo para se manter uma ação. Se desejar, você pode vender a ação no mesmo dia em que a comprou, realizando um day trade.
Diz-se que a Bolsa fechou “em alta” quando o índice de fechamento de determinado pregão é superior ao índice de fechamento do pregão anterior. Analogamente, a Bolsa fechou “em baixa” quando o índice de fechamento de determinado pregão é inferior ao índice de fechamento do pregão anterior, e “estável” quando o índice de fechamento de determinado pregão está no mesmo nível do índice de fechamento do pregão anterior.
Na BM&FBOVESPA, o índice que atualmente é utilizado para verificar se a Bolsa fechou em alta ou em baixa é o Ibovespa, por ser ele o índice mais tradicional e o mais divulgado pela mídia. Assim, por exemplo, se o Ibovespa fechou em um certo dia em 10.000 pontos e, no dia seguinte, fechou em 10.500 pontos, houve uma alta de 5%.
O Novo Mercado é um segmento de listagem destinado à negociação de ações emitidas por empresas que se comprometem, voluntariamente, com a adoção de práticas de governança corporativa adicionais em relação ao que é exigido pela legislação. Essas regras ampliam os direitos dos acionistas, melhoram a qualidade das informações usualmente prestadas pelas companhias entre outros benefícios.
A principal inovação do Novo Mercado, em relação à legislação, é a proibição de emissão de ações preferenciais. Porém, esta não é a única. A adesão a essas práticas de governança distingue a companhia como Nível 1, Nível 2 ou Novo Mercado dependendo do grau de compromisso assumido pela empresa:
Governança Corporativa pode ser definida como o esforço contínuo em alinhar os objetivos da administração das empresas aos interesses dos acionistas. Isso envolve as práticas e os relacionamentos entre os Acionistas/Cotistas, o Conselho de Administração, a Diretoria, uma Auditoria Independente e até mesmo um Conselho Fiscal. A boa governança corporativa permite uma administração ainda melhor e a monitoração da direção executiva da empresa. A empresa que opta pelas boas práticas de governança corporativa adota como linhas mestras transparência, prestação de contas e equidade.
A Futura Corretora dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por eles que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.
Existe ainda a possibilidade de o investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.
Sempre quando é feito uma operação pela mesa de operações, o investidor receberá por email uma nota de corretagem, contendo todas as informações sobre sua operação, incluindo os custos. Essas informações estarão também disponíveis pelo Home Broker para que o cliente acesse quando quiser. Além da nota de corretagem, o cliente também irá receber seu extrato de conta corrente.
Liquidação: Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.
No mercado à vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:
A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.
A BM&FBOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.
As Corretoras da BM&FBOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
Note que no mercado de opções, o fluxo de liquidação é:
O leilão é um procedimento adotado pela BM&FBOVESPA para proteger o mercado contra variações abruptas de preços. No leilão, as negociações de ações ou de opções são interrompidas e as ofertas de compra e vendas são equilibradas para os demais interessados.
Os leilões mais comuns são:
Leilão (Call) de abertura
Denomina-se “call de abertura” o período compreendido nos minutos que antecedem a abertura das negociações na BM&FBOVESPA. O “call” tem por objetivo fazer com que a abertura desses papéis se processe de forma transparente, sendo suas regras as mesmas adotadas para o fixing no Sistema Eletrônico de Negociação.
Leilão (Call ) de fechamento
Denomina-se “call de fechamento” o período compreendido nos minutos finais de negociação e utilizado para determinados Ativos. O “call” tem por objetivo fazer com que o fechamento desses Ativos seja processado de forma transparente.
O “call de fechamento” é adotado para os papéis pertencentes às carteiras teóricas dos índices calculados pela BM&FBOVESPA e para as séries de opções de maior liquidez, conforme divulgadas pela BM&FBOVESPA.
Durante o funcionamento do pregão podem ocorrer diversos leilões decorrentes de variações de preços, de quantidades ou de negócios. Para todos os procedimentos de leilão clique aqui.
Atenção! Não envie DOC ou TED para a mesma titularidade.
Remessa de DOC ou TED de emissão do próprio investidor.
Essas remessas devem ser realizadas conforme dados abaixo:
Favorecido: Nova Futura DTVM Ltda
Banco Bradesco: 237
Agência: 2374-4
Conta Corrente: 11076-0
CNPJ: 04.257.795/0001-79
Banco BMF: 096
Agência: 0001
Conta Corrente: 173-4
CNPJ: 04.257.795/0001-79
- Transferência entre contas do Bradesco, de emissão do próprio investidor.
Importante: As transferências que não tiverem o depositante identificado deverão ser acompanhadas de um documento que comprove a titularidade do depositante.
Base de Cálculo e Alíquotas
A alíquota aplicável de Imposto de Renda aos ganhos líquidos auferidos nas operações realizadas na BM&F e na Bovespa é igual a 15%.
A alíquota de Imposto de Renda aplicável aos ganhos obtidos nos mercados negociados nas operações day trade é igual a 20%.
Operações de day trade são aquelas iniciadas e encerradas no mesmo dia, intermediadas pela mesma instituição e realizadas com um mesmo ativo.
O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) é considerado como antecipação no cálculo mensal do Imposto de Renda.
Para efeitos de tributação do IRRF não se consideram as operações de exercício das opções.
Fonte de informações
Para detalhamento sobre a Tributação nos Mercados Financeiros e de Capitais, consulte o site: http://www.receita.fazenda.gov.br
Investir na Bolsa de Valores é uma excelente opção para quem busca maior rentabilidade em seus investimentos e ampliação de seu capital. Porém é fundamental que, antes de começar a investir, você conheça seu perfil enquanto investidor, que pode ser: conservador, moderado ou agressivo.
A partir dessa análise, você poderá definir seus objetivos e estratégias de investimento para maximizar ganhos, minimizando riscos.
Pensando nisso, a Futura Corretora montou um teste de avaliação que poderá ajudá-lo a definir seu perfil de investimento e, em seguida, com o apoio de nossos consultores, começar a investir na Bolsa de Valores.
Após o teste o seu perfil pode ser classificado como:
1 - Conservador: É o investidor que prioriza a preservação dos seus recursos. Visa investimentos em carteira com retornos de médio/longo prazo e que, além da valorização dos papeis, também esperam o recebimento de bons dividendos. Produtos sugeridos: Tesouro Direto, Empréstimo de Ações (BTC) e Renda Fixa.
2 - Moderado: Os investidores nessa categoria aceitam correr um pouco mais de risco em busca de melhor rentabilidade. Buscam gerar renda através de investimentos com retornos acima da média, comparado aos Fundos de Renda Fixa. Carteiras formadas com papeis de baixa volatilidade, boa liquidez e visando o horizonte de médio/longo prazo. Produtos sugeridos: Tesouro Direto, Empréstimo de Ações (BTC), Renda Fixa, Fundos e Clubes de Investimentos, Mini Contratos BM&F, Operação de Financiamento com Opções e Compra a Vista de Ações.
3 - Agressivo: O investidor com perfil agressivo tem como principal característica a expectativa de ganhos a curto prazo, aceitando para isso alta exposição ao risco. Geralmente possui conhecimento do mercado e usa estratégias de negociação para operar. Produtos sugeridos: Tesouro Direto, Empréstimo de Ações (BTC), Renda Fixa, Fundos e Clubes de Investimentos, Mini Contratos BM&F, Compra e venda Opções, Compra a Vista de Ações e Operação a Termo.
Clique aqui para ver o regulamento de negociação, do pregão eletrônico, dos tipos de operações e de ordens, das formas de apregoação, da interrupção e suspensão dos negócios, entre outras.